Ribamar's profileControle RemotoPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
Controle RemotoUma civilização que dispõe o próprio planeta que a sustenta e os seres que o habitam, como bens descartáveis, não escapa da conclusão de que vê a si mesma como lixo. .Arnaldo Albarelli |
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February 05 O registro mais antigo de vida animal na terra. Moléculas mostram presença de esponjas há mais de 635 milhões de anos. Achado sugere que evolução dos animais teve começo 'lento e gradual'. No princípio era a esponja. Bem, não exatamente no princípio, mas
pelo menos há mais de 635 milhões de anos, quando a vida animal
começava a evoluir nos oceanos do nosso planeta, e as esponjas,
invertebrados muito simples que mais parecem plantas, já se
agarravam ao leito marinho. Usando técnicas químicas engenhosas,
pesquisadores dos Estados Unidos, da Austrália e do Reino Unido
dizem ter comprovado a presença dos bichos nessa época remota. O
achado tem potencial para fazer recuar a origem dos animais em
até 100 milhões de anos. O que, aliás, é bastante tranquilizador para os estudiosos da evolução, porque havia uma certa incongruência entre os fósseis, as análises de DNA e as datas estimadas para a origem dos animais. Para todos os efeitos, até pouco tempo atrás o nosso grupo de seres vivos parecia ter surgido "de repente" há cerca de 600 milhões de anos. Problema número 1: em tese, nada tão complexo quanto os primeiros animais poderia aparecer sem um tempo considerável de evolução prévia. Problema número 2: as estimativas feitas com a ajuda do DNA dizem que, de fato, os animais são bem mais antigos do que isso. O coordenador do novo estudo sobre as esponjas, Gordon D. Love, da Universidade da Califórnia em Riverside e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), diz que seu trabalho traz evidências sólidas da antiguidade dos animais. "Nossas datas ficam, sem margem para incerteza, entre 635 milhões e 750 milhões de anos", declarou ele ao G1 por e-mail. Paradoxalmente, apesar do alto grau de confiabilidade da análise, o número total de esponjas fósseis que a equipe encontrou foi... zero. A descoberta foi totalmente indireta. As rochas estudadas por Love e companhia em Omã, no sul da Arábia, estão empapadas com moléculas orgânicas, derivadas dos seres vivos (a maioria de uma só célula) que existiam durante a era glacial que afetava o planeta naquela época. Foi graças a essas moléculas que eles conseguiram detectar as esponjas no local. O truque para garantir a precisão das datações foi usar pedaços insolúveis e "duros" de matéria orgânica nos sedimentos. Dessa forma, eles não poderiam migrar ao longo das camadas de rocha, o que significa que correspondem mesmo à época indicada pelos estratos rochosos. Parece maluco que substâncias de seres vivos resistam por tanto tempo, mas o fenômeno não é tão incomum assim, de acordo com Love. "Os lipídios [moléculas de gordura] são recalcitrantes [resistentes à degração] ao longo das centenas de milhões de anos do tempo geológico, mas sobrevivem melhor e em abundância quando há muita produtividade primária [produção de biomassa] e quando o oxigênio não é muito abundante em águas profundas. Já o DNA e as proteínas normalmente se degradam após alguns milhões de anos", diz ele. Colesterol De todos os lipídios, o que acabou sendo mais interessante para a análise foi o que recebe o indigesto nome de 24-isopropilcolestano, uma forma alterada do 24-isopropilcolesterol. Colesterol? Sim, você ouviu direito: trata-se de uma molécula aparentada à que existe no organismo humano, provavelmente com a mesma origem evolutiva. "Essa família de moléculas é encontrada na membrana das células das esponjas", explica Love. O detalhe é que o 24-isopropilcolesterol seria exclusivo de um subgrupo de esponjas, o que comprovaria a existência delas naquele período remoto. Em artigo opinativo na britânica "Nature", mesma revista científica onde os resultados foram publicados, Jochen Brocks, da Universidade Nacional Australiana, e Nicholas J. Butterfield, da Universidade de Cambridge, aplaudem as descobertas, mas lançam dúvidas justamente sobre a identificação dos produtores das moléculas. Para eles, é concebível que seres mais primitivos, talvez até unicelulares, tenham "iniciado" a produção de 24-isopropilcolesterol, característica depois herdada pelas esponjas "descendentes". Nesse caso, não daria para dizer que a vida animal realmente começou há 700 milhões de anos. Love rebate: "Décadas de estudos cuidadosos com micróbios e metazoários [animais] nos dizem que essas substâncias só são abundantes nas demoesponjas [subgrupo das esponjas]. Todos os subgrupos delas os possuem em abundância. Além disso, a abundância das moléculas só ocorre justamente numa janela relativamente estreita de tempo na qual, segundo dados fósseis e de DNA, as esponjas deveriam aparecer. Então, colocando tudo isso junto, nossa interpretação é a única razoável no momento". É esperar para ver quem se sai melhor no debate. Fonte: Ciência e Saúde - G1-http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL986677-5603,00-ESCAVACAO+ACHA+REGISTRO+MAIS+ANTIGO+DE+VIDA+ANIMAL+NA+TERRA.html January 08 CuriosidadesAutópsia de tubarão branco vira megaevento na Nova ZelândiaAnimal foi dissecado na frente de mais de mil pessoas. Do G1, em São Paulo
Cientistas dissecam um tubarão branco nesta quinta-feira (8) em Auckland, na Nova Zelândia, em evento com mais de 1.500 visitantes, transmitido na TV e na internet. Segundo o site do Museu de Auckland, onde o evento foi realizado, a autópsia animal foi planejada para aumentar a consciência sobre a espécie marinha, ameaçada de extinção. O tubarão em questão ficou preso em uma rede de pesca por engano e não sobreviveu ao ser devolvido ao mar. (Foto: AP Photo)
Especialista do Departamento de Conservação australiano disseca o tubarão branco, que é uma espécie preservada. Durante a autópsia, os peritos analisaram o conteúdo de seu estômago e mediram seus órgãos internos. (Foto: Richard Robinson/AP)Cientistas apresentam fotos de animais nunca antes vistosRato gigante e gambá anão vivem em floresta na Indonésia. Do G1, no Rio
AFP
Os animais foram encontrados na floresta
tropical das montanhas Foja, na província de Papua, durante
uma expedição em junho. O rato gigante é cerca de cinco
vezes o tamanho de um rato urbano normal. 'Sem medo de
humanos, ele aparentemente veio ao acampamento várias vezes
durante a viagem', afirmou Kristofer Helger, no
Instituto Smithsonian, em Washington. A imagem foi divulgada
na terça-feira (18) pela ONG Conservação Internacional (CI).
(Foto: AFP/CI)
AFP
Parente dos cangurus, o gambá-anão foi
descrito como 'um dos menores marsupiais do mundo.
(Foto: AFP/CI)
Fonte Portal G1 December 28 Boi Almiscarado.![]() O boi-almiscarado (Ovibos moschatus) é um bovídeo caprino que pode alcançar até 2,3 metros de comprimento e 1,5 de altura nos ombros, assim como pesar até 400 kg. O seu nome provém do cheiro característico dos machos a almíscar. Ao contrário do cervo almiscarado, estes animais não possuem nenhuma glândula que produza esta substância. Almíscar é o nome dado originalmente a um perfume obtido a partir de uma substância de forte odor, secretada por uma glândula do cervo-almiscarado, de outros animais e também de algumas plantas de odor similar. Ambos os sexos têm longos chifres curvados. Possuem 2,5 m (de comprimento e 1,4 m de altura no ombro. Os adultos pesam pelo menos 200 quilogramas e podem exceder 400 quilogramas. A coloração de sua pelagem é uma mistura de preto, de cinzento, e de marrom, e possuem longos pêlos protetores que alcançam quase o chão. Durante o verão, eles vivem em áreas molhadas, tais como os vales de rios, movendo-se para uns pontos mais elevadas no inverno para evitar a neve profunda. Alimentam-se de gramíneas, juncos e plantas da família Cyperaceae, e outras. Escavam através da neve no inverno para alcançar seu alimento. Bois-almiscarados são sociais e vivem em rebanhos, geralmente ao redor de 10 a 20 animais, mas às vezes podem ter 400. Os rebanhos no inverno consistem em adultos de ambos os sexos e também jovens. Durante a estação de acasalamento, que têm o clímax na metade de Agosto, os machos competem pela dominância, e um touro dominante espanta os outros machos adultos para fora do grupo. Os machos estéreis formam rebanhos só de machos de somente 3 a 10 ou vagam na tundra sozinhos. Durante este período todos os machos são extremamente agressivos, eles espantam até pássaros que chegarem perto. As fêmeas são sexualmente maduras em dois anos de idade, e os machos alcançam a maturidade sexual após cinco anos. O período de gestação é de oito ou nove meses. Quase todas as gravidezes rendem um único bezerro, ele mama por um ano, mas pode começar comer gramíneas uma semana após o nascimento. Também possuem um comportamento defensivo distinto: quando o rebanho é ameaçado, os touros e as vacas formam um círculo em torno dos bezerros. Esta é uma defesa eficaz contra os predadores, tais como lobos, mas torna-os um alvo fácil para caçadores humanos.
Acredita-se que o boi-almiscarado, ou seu antepassado, migrou à América do Norte entre 200.000 anos [1] e 90.000 anos atrás [2]. Concorda-se entretanto que ele já existia no período Pleistoceno [3] que faz lhe um comtemporâneo do Mamute. Acredita-se que ele podia sobreviver a última idade de gelo (Glaciação de Wisconsin) encontrando áreas livres do gelo longe dos povos pré-históricos [2]. Ele moveu-se gradualmente através de América do Norte e chegou na Gronelândia durante o Holoceno[4] Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.December 27 Morcegos![]() Os morcegos são os únicos animais mamíferos (ordem Chiroptera) capazes de voar. Representam um quarto de toda a fauna de mamíferos do mundo: são cerca de mil espécies, que possuem uma enorme variedade de formas e tamanhos, podem ter uma envergadura de cinco centímetros até dois metros; enorme capacidade de adaptação a qualquer ambiente e ampla variedade de hábitos alimentares, nunca vista em nenhuma outra ordem animal, pois podem se alimentar de frutas, néctar, pólen, artrópodes, pequenos vertebrados e peixes. Somente três espécies se alimentam de sangue, ou seja, são morcegos hematófagos, encontrados apenas na América Latina e no Sul do México. Dessa maneira contribuem substancialmente para o equilíbrio dos ecossistemas, pois atuam como polinizadores, dispersores de sementes e controladores das populações de insetos. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biosonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para voar por entre obstáculos ou para caçar suas presas. EcolocalizaçãoA maioria dos morcegos possui um sentido adicional, aliado aos cinco a que nós humanos estamos acostumados: a ecolocalização. Este sentido funciona basicamente da seguinte maneira: O morcego emite ondas ultra-sônicas, ou seja, com freqüência muito alta, pelas narinas ou pela boca, dependendo da espécie. Essas ondas atingem obstáculos no ambiente e voltam na forma de ecos com freqüência menor. Esses ecos são percebidos pelo morcego. Com base no tempo em que os ecos demoraram a voltar, nas direções de onde vieram e nas direções de onde nenhum eco veio, os morcegos sentem se há obstáculos no caminho, as distâncias, as formas e as velocidades relativas entre eles, no caso de insetos voadores que servem de alimento, por exemplo. Por isso, esse sentido chama-se ecolocalização, ou seja, orientação por ecos, uma habilidade que eles dividem com os golfinhos e as baleias. Também pode ser chamado de "biosonar", pois foi a partir deste sistema que foram desenvolvidos os sonares de navios e aparelhos de ultra-som. Na verdade, nenhuma "imitação humana" se compara à qualidade do sistema natural. Assim, os morcegos contam com um recurso muito importante para animais que precisam se orientar à noite ou em ambientes escuros, como as cavernas. A eficiência da ecolocalização varia entre as espécies de morcegos, sendo que os de hábito alimentar insetívoro, ou predadores de insetos em geral, possuem-no mais desenvolvido. Dez razões para gostar de morcegos
November 28 Protesto Contra Extração de Peles.Jovens engaioladas protestam contra a extração de peles na PaulistaManifestante diz que intenção era mostrar como os animais se sentem. Juliana Cardilli Do G1, em São Paulo
Jovens entraram em jaulas para protestar contra a extração de peles de animais (Foto: Juliana Cardilli/G1)Três mulheres ficaram engaioladas na manhã desta sexta-feira (28), no canteiro central da Avenida Paulista, como parte de um protesto conta a indústria da extração de peles dos animais. Cerca de 50 pessoas se reuniram no local, em uma manifestação que, segundo os organizadores, faz parte das cerca de 100 ações mundiais realizadas em 40 países nesta sexta. Os manifestantes se reuniram entre a Alameda Joaquim Eugênio de
Lima e a Rua Pamplona, distribuindo panfletos e empunhando
faixas. Com um megafone e apitos, eles tentavam chamar a atenção
dos pedestres e motoristas. Para a estudante e vendedora Renata
Almeirda, de 19 anos, uma das engaioladas, o ato traz a
oportunidade de se sentir como os animais.
Dentro da gaiola, a advogada Juliana Galisteu, de 29 anos,
afirmou que a ação ajuda os próprios ativistas a sentir a causa
que abraçam. "Estou me sentindo o próprio animal, é um
desespero terrível. Só fazendo algo assim para sentir na pele a
causa que a gente abraça". Fonte: portal G1 - http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL882302-5605,00-JOVENS+ENGAIOLADAS+PROTESTAM+CONTRA+A+EXTRACAO+DE+PELES+NA+PAULISTA.html November 19 Tarsius PigmeuPrimata que não era visto desde 1921 é encontrado na Indonésia
O
tarsius tem o tamanho de um rato e pesa cerca de 50 gramas. Segundo a
pesquisadora que comandou o estudo, há outros primatas por descobrir na
Indonésia
REDAÇÃO ÉPOCA
![]() Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Texas encontrou um grupo de primatas que se pensava extinto há mais de 85 anos. O tarsius pigmeu é um animal do tamanho de um rato e que pesa cerca de 50 gramas. Ele lembra um furby, personagem peludo de brinquedo lançado nos anos de 1990. A última vez que um tarsius foi visto com vida foi em 1921, apesar de dois indonésios terem acidentalmente capturado e matado um exemplar em 2000. Liderada por Sharon Gursky-Doyen, uma antropóloga especializada em primatas não-humanos, a equipe capturou três destes animais de hábitos noturnos no fim de agosto. O que distingue a espécie, segundo a pesquisadora, é que ao contrário dos outros primatas, o tarsius possui garras em vez de unhas – uma possível adaptação ao meio repleto de musgo onde vivem. ![]() Para
chegar os tarsius, os cientistas utilizaram 276 redes. Eles capturaram
dois machos e uma fêmea que vivem no Parque Nacional Lore Lindu, em
Sulawesi, na Indonésia. Após capturarem os animais, os estudiosos
colocaram colares com radiotransmissores para monitoramento. A
pesquisadora americana começou sua pesquisa na região central da
Indonésia em 1993. Sua principal assistente é a aluna de graduação
Nanda Grow, com quem irá escrever a dissertação com os resultados do
estudo. Com a pesquisa patrocinada por diversas entidades de porte,
como a National Geografic Society, Gursky-Doye pretende tirar a espécie
do esquecimento. Mas isso não é tudo. “Existem espécies de primatas a
serem descobertas na Indonésia. Nem todas foram vistas, ouvidas e
descritas”, diz a pesquisadora. Fotos: Universidade do Texas November 17 CamelusPara você Nicolas... Camelus, também conhecido como camelo, é um género de ungulados artiodáctilos (de número ímpar de bolas) que contém duas espécies: o dromedário (Camelus dromedarius), de uma corcova e o camelo bactriano (Camelus bactrianus), de dois sacos. Ambos são nativos de áreas secas e desérticas da Ásia e Norte da África. O nome camelo vem do grego kamelos a partir do hebraico gamal, "camelo". Espécies extintas do gênero foram o Camelus hesternus, Camelus gigas e Camelus sivalensis. O termo camelo é usado para descrever qualquer uma das seis espécies da família Camelidae: os dois camelos verdadeiros e os quatro camelídeos sul-americanos: o lhama, a alpaca, o guanaco e a vicunha. Os humanos têm domesticado camelos há milhares de anos. Tanto o dromedário quanto o camelo bactriano são usados para obtenção de leite, carne e como animais de carga - o dromedário no norte da África e Oriente Médio e o camelo bactriano na Ásia central. Mesmo existindo cerca de 13 milhões de dromedários hoje em dia, eles estão extintos como animais selvagens. Há, porém, uma população selvagem considerável de cerca de 32.000 que vivem nos desertos da Austrália central, descendentes de indivíduos que escaparam no século XIX. O camelo bactriano possui cerca de 1,4 milhões de indivíduos, a maioria domesticado. Há cerca de 1.000 camelos selvagens no Deserto de Gobi e pequenos grupos no Irã, Afeganistão, Turquia e Rússia. Ambos são animais herbívoros. Podem tomar cerca de 200 litros de água de uma só vez. Eles são intrumentos de travessia no deserto pois não necessitam ficar bebendo água a todo momento e é o transporte mais rápido pois é um animal preparado para o deserto. Fonte: Wikipédia. November 14 Precisando de um nome!!!!Não é o King KingApesar de receber toda a atenção dos veterinários e tratadores do zoológico de San Diego, nos Estados Unidos, o filhote de gorila aí embaixo ainda não tem um nome. Se você pudesse ajudar, que nome escolheria para o macaquinho, que completa agora dois meses?
Fonte:http://bloganimal.com.br/colunaepoca/2008/11/14/nao-e-o-king-king/
November 12 Obama + adoção de animais!Ainda senador, Obama fez campanha pela adoção de animaisPresidente eleito posou com o cachorro Baby para livro em 2005.
O então senador Barack Obama e hoje presidente eleito dos EUA Barack Obama posa em 2005 com Baby, um cãozinho de três patas, em uma campanha pró-adoção de animais. A foto está no livro 'A rare breed of love', (Uma rara espécie de amor), de Jana Kohl, no qual Obama e outras celebridades americanas posam ao lado de cãezinhos para adoção. Baby nasceu em uma 'fábrica de filhotes' (que cria os animais em gaiolas e de maneira considerada desumana). Segundo a autora, Obama teria prometido que, quando tivesse um cão de estimação, iria escolhê-lo em um abrigo para dar o exemplo. (Foto: AP)Fonte: Portal G1/Mundo/Notícias.November 10 Como Compreender um Biólogo!!Tenha paciência ao caminhar com ele na rua. É provável que ele faça paradas Entenda que o conceito de beleza de seu amigo biólogo é um tantinho Tente não vomitar quando ele te mostrar as fotos da última necropsia feita Meninos e meninas é ao som do chicote,
empurrados pela dor das picadas e das bastonadas de metal que vos
chegam os animais. Um forte aplauso para os aros de fogo, as lesões e
os choques eléctricos. O famoso número das jaulas e das correntes
apertadas com treinos forçados sem direito a intervalo. Dê risadas,
aplauda e entre nas coreografias repetitivas típicas de animais
deprimidos e em stress. É a loucura do circo, que viaja de cidade em
cidade e que exibe animais como caricaturas humanas. Uma palhaçada que
não tem piada nenhuma. ![]() Oi, bem vindo ao nosso space, obrigado pela visita, sinta-se a vontade para ficar ou voltar sempre que quiser!
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