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July 16 "Pronto a esfolar: Comprar
gato por marta está na moda. Em muitos países, trinta gatos chegam e
sobram para fazer um casaco de pele de marta e ninguém nota a
diferença. Excepto os próprios gatos que, tal como as martas, são
eletrocutados pelo ânus ou sufocados com uma mangueira de água na boca
para que não resistam enquanto são esfolados vivos, mantendo intacta a
qualidade da pele. Depois, os animais esperam que a morte lhes acabe de
vez com o sofrimento, enquanto as peles seguem o seu destino e vão
forrar casacos, malas, luvas e botas. Moral da história?Nenhuma. Peles: o último grito da moda?"
   July 15 Vovó chinesa protege cães e gatos da 'limpeza' causada pelas Olimpíadas
'vovó Ding' recolheu 250 cães e gatos em sua pequena casa em Pequim. Eles foram levados a ela quando as autoridades 'limparam' a cidade dos animais de rua
Ding
Shiyang, a 'Vovó Ding', nesta terça-feira com alguns dos 250 cães e
gatos viralatas de que ela cuida em sua pequena casa no centro de
Pequim. (Foto: David Gray/Reuters)
Os
animais foram trazidos a ela por vizinhos que queriam salvar os bichos
da 'limpeza' promovida pelas autoridades nas ruas da cidade no começo
do ano. (Foto: David Gray/Reuters)
A 'limpeza' tem o objetivo de preparar a cidade para as Olimpíadas, que ocorrem em agosto. (Foto: Davig Gray/Reuters) Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL646979-5602,00-VOVO+CHINESA+PROTEGE+CAES+E+GATOS+DA+LIMPEZA+CAUSADA+PELAS+OLIMPIADAS.html July 14 Ansiedade de separação Ausência dos donos e falta de atenção podem traumatizar animais 
Bichos
de estimação também sofrem de solidão, e a maior prova disso é uma
alteração de comportamento conhecida por ansiedade de separação. Este é
um dos problemas comportamentais mais comuns, que o animal apresenta
quando é deixado sozinho por muito tempo ou não recebe a atenção devida
do dono. Segundo a veterinária Rosângela Gama
Fernandes, muitos proprietários de cães e gatos não entendem o motivo
das alterações de comportamento e acabam punindo o animal de modo
incorreto. "Estes animais são carentes de afeto e sofrem um grande
estresse pela separação das pessoas com quem ele é apegado", explica. Os
problemas mais comuns que poderão ser observados são: defecação e
micção em localizações impróprias; comportamentos destrutivos, como
escavar, morder objetos, rasgar roupas, arranhar móveis, paredes,
portas e janelas; vocalizações excessivas (latidos, uivos e
choramingos); depressão; anorexia; hiperatividade. "Costumo
me ausentar por todo o dia e, quando chego em casa à noite, encontro
uma bagunça geral. Minha cachorra revira todo o lixo, escava as
paredes, derruba as cadeiras do jardim, destrói as plantas e tudo o que
vê pela frente. Confesso que, às vezes, tenho vontade de bater nela,
mas me controlo, pois sei que a culpa é minha e não tenho tempo nem
mesmo para levá-la para passear na rua", conta a médica Catharina
Freitas, dona da vira-latas Linda, de 1 ano. O
carinho e a atenção são essenciais para a socialização de qualquer
animal de estimação. Quando filhote, após a separação da mãe e dos
irmãos de ninhada, se dará início o período de socialização do animal
(entre 2 e 4 meses), em que ele se ligará fortemente ao dono e às
pessoas com quem tiver contato. A ligação implica
numa relação de confiança e é a base fundamental do laço entre o dono e
o animal de estimação. Porém, quando um cão fica dependente demais de
seu proprietário, poderá desenvolver alterações comportamentais
associadas à separação. "Mesmo que o animal esteja na companhia de
outras pessoas ou animais, o comportamento pode vir a se manifestar por
estar associado à ausência de uma pessoa em especial com quem o animal
tem uma ligação muito forte. O animal precisa se exercitar e não ficar
preso em casa para não ficar estressado", diz a veterinária. Fica
a dica para quem pensa em ter um animal de estimação, mas não tem tempo
de cuidar: carinho, tempo e dedicação são fundamentais para um
companheiro feliz e saudável. TRAUMAS -
Eventos traumáticos na vida de um animal jovem podem contribuir para o
desenvolvimento do problema: separação precoce da mãe, filhotes
mantidos em gaiolas, mudança súbita de ambiente, divórcio e até novo
membro na família. ADOÇÃO - Cães de rua recolhidos em canis de adoção têm predisposição à ansiedade de separação. ATIVOS - Cães
com predisposição à ansiedade de separação são ansiosos, agitados e
superativos. Seguem o proprietário por todo lado, pulam em cima, correm
sem parar. SINAIS - Muitos cães podem sentir
quando seu proprietário está para sair de casa e ficam ansiosos até
mesmo antes de sua saída. Enquanto o proprietário se prepara para sair,
o cão choraminga, pula, treme e solicita atenção.TRATAMENTO - Os
métodos para tratar ansiedade de separação incluem: modificação da
relação entre proprietário e animal, exercício físico, treino para
obediência, modificação dos estímulos antecedentes e conseqüentes,
prevenção e medicamentos ansiolíticos. Brinquedos e passeios diários
ajudam a diminuir o estresse.
"O DONO DE UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO É DONO DE UMA VIDA, ADMINISTRE-A COM SABEDORIA!!"
Fonte: "É o bicho" - O DIA on-line. Governo americano reconhece urso polar do Alasca como espécie ameaçada 
Mas só agora reconhece isso, Bush? EUA
- Os Estados Unidos classificaram o urso polar do Alasca como uma
espécie que corre perigo de extinção e que requer uma proteção
especial, anunciou o secretário americano do Interior, Dirk Kempthorne.
"Hoje, classifico o urso polar como uma espécie ameaçada, em virtude da
lei sobre as espécies ameaçadas", declarou Kempthorne, durante uma
entrevista coletiva, após a comprovação, por imagens de satélite, de
que a calota polar está reduzida a um mínimo histórico. Kempthorne
esclareceu que o governo está agindo com base no conselho de cientistas
e especialistas do Serviço de Pesca, Flora e Fauna dos Estados Unidos.
Essa decisão se baseia, principalmente, "no importante desaparecimento,
nas últimas décadas, do gelo polar, crucial para a sobrevivência desse
animal", afirmou, ressaltando que essa inclusão não vai deter a mudança
climática, ou evitar que o gelo derreta. "Qualquer
solução real requer ação de todas as grandes economias para ser
efetiva", disse ele, acrescentando que modelos informáticos indicam que
"o gelo ártico vai, provavelmente, continuar derretendo no futuro".
Kempthorne detalhou os passos para monitorar as populações de ursos
polares no Alasca e no Mar de Beaufort e para uma maior cooperação com
os governos estrangeiros para proteger a espécie. No
Canadá, entretanto, país que abriga dois terços do total dessa espécie
que chega a 25.000, o urso polar não está incluído na lista de espécies
ameaçadas. No final de abril, cientistas do Comitê canadense para a
Situação de Espécies em Perigo declararam esses animais "espécie em
risco", em conseqüência do acelerado aquecimento do Ártico, mas
descartaram que enfrentem perigo de extinção iminente. "Há
grandes problemas com o urso branco, devido à mudança climática, à
superexploração de certas áreas onde habita, mas não se pode dizer que
se trate de uma espécie em risco de extinção em curto prazo", declarou,
na época, um dos diretores do painel de especialistas, Marco
Festa-Bianchet. Já Kempthorne argumentou que o urso polar se tornará,
provavelmente, "uma espécie em perigo de extinção no futuro imediato",
se não forem tomadas medidas preventivas. O
secretário americano do Interior mostrou imagens feitas por satélite
dos blocos de gelo do oceano Ártico em seus níveis mais baixos, 39%
inferior à sua média entre 1979 e 2000. Ainda segundo ele, "a perda de
gelo oceânico, e não o desenvolvimento petroleiro, ou do gás, ou
atividades de subsistência de comunidades indígenas, é a culpada pela
diminuição de ursos polares". O governo Bush apóia a perfuração de
petróleo em uma reserva no Alasca, alegando que a indústria agirá com
responsabilidade suficiente para proteger esses animais.

A
fama do bicho-preguiça de ser uma criatura que dorme durante a maior
parte do dia está sendo contestada por cientistas. Em vez de dormir por
mais de 16 horas por dia, como se observa nas espécies mantidas em
cativeiro, as preguiças que vivem na natureza descansam menos de 10
horas, de acordo com novos dados. Cientistas do
Instituto Max Planck de Ornitologia em Starnberg, na Alemanha,
conduziram um estudo com preguiças do Panamá. Eles capturaram os
animais e colocaram aparelhos que monitoram a duração do sono. Depois,
os bichos-preguiça foram soltos na natureza. A pesquisa foi publicada
na revista científica Biology Letters, da entidade independente
britânica Royal Society. "A grande descoberta foi
que ele dorme em média 9,6 horas por dia, que é muito menos do que as
pessoas comumente acreditavam e menos do que se observou em outros
estudos com preguiças em cativeiro", disse à BBC o pesquisador Niels
Rattenborg, que liderou o estudo. "Então, eles ainda podem ser
considerados 'preguiça' em termos de velocidade de movimento, mas em
termos de sono eles parecem dormir um turno normal." A
quantidade de sono varia bastante entre os animais. As cobras do tipo
píton chegam a dormir 18 horas por dia. Já as girafas precisam apenas
de duas horas diárias de sono. O aparelho desenvolvido pelo Instituto
Max Planck monitora os padrões cerebrais dos animais associados com o
sono. Segundo o cientista Neil Stanley, que é
especialista em distúrbios de sono no britânico Norwich University
Hospital, o resultado da pesquisa do instituto alemão mostra que os
animais tendem a dormir muito mais em cativeiro, já que quase todas as
suas necessidades são supridas. "É intuitivo que os animais dormiriam
menos na natureza selvagem do que no cativeiro - essa tecnologia nos dá
a oportunidade de provar que isso é verdade", disse ele. Fonte:"É O BICHO" - O DIA on-line.
July 11 O Cavalo Marinho ( Hippocampus) é um género de peixe pertencente à família Syngnathidae,
que vive em águas temperadas e tropicais. Possui uma cabeça alongada
com filamentos que lembram a crina de um cavalo. Tem características
semelhantes às do camaleão, como mudar de cor e mexer os olhos independentemente um do outro. Nadam com o corpo na vertical, movimentando rapidamente as suas barbatanas. Alimenta-se de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e plâncton,
que são sugados através do seu focinho tubular. Como não tem o costume
de ir atrás do alimento, ele come o que estiver a passar por ele. Reprodução
Ocorre na primavera.
Os ovos postos pela fêmea são fertilizados pelo macho, que os guarda
numa bolsa na base da sua cauda. Dois meses mais tarde, os ovos
rompem-se e o macho realiza violentas contorções para expelir a cria.
Quando nascem, são transparentes
e medem pouco mais de um centímetro. Vão logo para a superfície para
encher as suas bolsas de ar. Seu ritual de acasalamento consiste em dar
cambalhotas com a fêmea. Origem do nome científico
Os hippocampus eram seres fictícios da mitologia grega, filhos de Poseidon. A parte superior de seu corpo era a de um cavalo com crina membranosa, guelras e membranas interdigitais nos supostos cascos, e sua parte inferior era de um golfinho.
Os Hipocampos eram empregados pelo Deus dos Mares em sua maioria na
espionagem e na patrulha por seu reino oceânico em busca de impecílios
que tambem conhecidos como cavalo marinho . Fonte:Wikipédia

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