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April 25 Estados Unidos querem matar leões-marinhos para recuperar salmão.Depois de banir a pesca do salmão por um ano, a nova tentativa americana de recuperar os estoques desse peixe no norte do Pacífico parece um tanto desastrada. Os estados de Washington, Oregon e Idaho querem matar 85 leões-marinhos na Califórnia para que não comam o salmão. Já receberam a permissão do Serviço de Pesca Nacional, mas o caso está nos tribunais. "A tomada letal dos leões-marinhos californianos é, por definição, irreversível. A lógica também se aplica ao salmão consumido pelos leões marinho", divulgou a corte em resposta à uma moção de emergência. A pesca foi proibida depois de se constatar que a população do peixe no mar e nos rios havia caído demais . " A escolha entre salmão e leão-marinho não é uma resposta " "A impressionante vida selvagem do nordeste do Pacífico merece proteção, mas a escolha entre salmão e leão-marinho não é uma resposta", afima em seu site a ONG Humane Society, uma das que luta contra a matança dos leões marinhos nesse caso. Washington já deu início a um programa de realocação dos leões-marinhos. Eles são capturados no mar e levados a zoológicos. Mas a ação para matar esses mamíferos da Califórnia permanece. Um tribunal local negou o pedido de proteção aos leões-marinhos numa ação preliminar, mas em seguida, uma das corte de apelo americanas pediu a revisão do caso. Alega-se que barragens comprometem muito mais a população dos peixes. Já os mamíferos alimentam-se de 200 a 2100 salmões por ano, segundo estimativas. Na edição de abril, a revista New Scientist afirmou que o aquecimento global também interfere, para o bem e para o mal, nos estoques de salmão.
Fonte: O Globo April 09 “O Canadá continuará a matança de milhares de filhotes de foca, a partir do dia 12 de abril, na península do Labrador. Ativistas dos EUA propõem um boicote.” Brooklin, CANADÁ.- A controvertida matança de focas para fins comerciais no Canadá se estenderá, a partir do dia 12 de abril, às placas de gelo flutuantes no sul da península do Labrador, enfrentando o rechaço unânime de ativistas em favor dos direitos dos animais. Nas duas últimas semanas, quase cem mil filhotes foram mortos a pauladas ou a tiros no golfo de San Lorenzo, sudeste do país, no início da temporada de caça comercial, na qual se prevê obter cerca de 319 mil focas arpa (phoca groenlandica), assim chamada pela forma de uma grande mancha negra sobre a pele branca dos animais adultos. As vítimas da caça são exemplares desmamados, com idade entre 12 e 90 dias, que permanecem nas superfícies geladas perto do local onde nasceram até serem capazes de buscar alimentos sozinhas debaixo d’água. Os caçadores vão em busca de suas peles, que possuem uma camada impermeável de pelo curto. O governo canadense considera que se trata da legítima exploração comercial de um recurso natural relativamente abundante. Em 2002, calculou que havia em seu território cerca de cinco milhões de focas arpa, e autorizou para os três anos seguintes a caça de aproximadamente 950 mil exemplares. Este ano prevê-se uma nova autorização trienal, provavelmente para uma quantidade semelhante. Myers pensa que a atual caça é sustentável e que não se trata de um problema de conservação, mas de direito dos animais. No final dos anos 70, a divulgação internacional de imagens de filhotes recebendo pauladas até morrerem levou ao colapso o mercado de peles de foca, mas naquele momento a população da espécie havia caído bruscamente para menos de dois milhões. Ativistas como Aldworth questionam a sustentabilidade da caça, mas, sobretudo a rechaçam por considerá-la extremamente cruel. Os paus utilizados para matar as pequenas focas, chamados hakapiks, têm um prego na extremidade com que se golpeia os animais na cabeça, quando não são alvejados a partir dos barcos. “Também é difícil matar os filhotes quando atiram contra eles de um barco, e muitas vezes jazem feridos e agonizantes durante horas”, afirmou. O Ifaw, que documenta a matança de focas há três décadas, sustenta que poucos caçadores se preocupam em verificar se o filhote está morto, antes de começar a tirar a pele. Em certas ocasiões, um só caçador abate e junta até oito animais e vai arrancando-lhes a pele alternadamente, daí o coro de gritos e lamentos indescritíveis. Fonte: Terra América April 07 HipopótamosHipopótamo, do grego "hippos potamos" = cavalo da água, é o nome genérico de um mamífero ungulado pertencente à família Hippopotamidae. É um artiodátilo anfíbio, próprio da África, de pele muito grossa e nua, patas e cauda curtas, cabeça muito grande e truncada num focinho largo e arredondado. Estes animais vivem geralmente próximo de rios, onde passam grande parte do seu tempo imersos. Os hipopótamos são herbívoros e alimentam-se durante a noite da vegetação existente nas margens dos rios que habitam, mas há indícios de canibalismo de machos adultos com filhotes. Os hipopótamos são preguiçosos em terra, mas ainda podem atingir velocidades de 50 km/h. Na água, eles são graciosos e mostram diversas adaptações em sua existência, na maior parte aquática, inclusive orelhas e narinas que podem se fechar e uma secreção da pele que funciona como protetor solar, anti-séptico e anti-bacteriano. A pele dos hipopótamos é muito sensível a queimaduras solares e, para se proteger, segrega uma substância de cor vermelha que ao longe pode ser confundida com sangue. Os hipopótamos são animais grandes, com uma dentição herbívora, mas têm caninos grandes e auto afiáveis que são usados para se defender. Extremamente territoriais, os hipopótamos são animais agressivos que defendem o seu espaço de possíveis invasores. Eles são agressivos com os seres humanos e são a espécie de mamífero africana que mata mais seres humanos a cada ano. Vivem em grupos gregários até cerca de vinte animais, constituídos pelas fêmeas e crias e liderados por um macho. Os hipopótamos eram sagrados para os antigos egípcios. A deusa da fertilidade, Tuéris, foi representada como um hipopótamo bípede. No que cabe à marcação de território, esses mamíferos, ao defecar, espalham as suas fezes projectando-as ao agitar a cauda, de modo a demarcar o seu território. Fonte:Wikipedia |
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