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24 octubre

Primeiros Socorros Para Cães e Gatos.

Dicas de primeiros-socorros para cães e gatos

Quedas, queimaduras e intoxicação estão entre acidentes mais comuns.
Veterinários sugerem atendimentos simples e sem uso de medicamentos.

  Foto: Arquivo Pessoal

Depois de ferimento na orelha, Homero teve que usar capacete para não coçar local (Foto: Arquivo Pessoal)

Acidentes domésticos com cães e gatos podem ser mais comuns do que se imagina. Além de quedas e atropelamentos, objetos pontiagudos e cortantes podem representar uma armadilha para animais de estimação.

 

Em filhotes, especialistas ressaltam a importância do cuidado com a ingestão de pequenos objetos. Vale lembrar também o perigo das queimaduras, choques elétricos e intoxicação.

De acordo com a veterinária Denise Saretta Schwartz, do Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo e professora doutora do departamento de clínica médica da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, os primeiros cuidados com um animal acidentado devem ser simples. “Em muitos casos é importante o uso do bom senso. Depois do primeiro atendimento é fundamental levar o animal a um veterinário, de preferência tendo ligado antes para que o veterinário se prepare para um atendimento específico”, afirma Denise ao G1.                                         

                                 Foto: Arquivo ARCA/Lilian Fernandes 

Ingestão de algumas espécies de plantas pode causar irritação na mucosa de cães e gatos (Foto: Arquivo Arca/Lilian Fernandes)

A prevenção também pode ser uma ótima saída para evitar seqüelas ao seu pet. Segundo o veterinário José Alfredo Dallari Junior, integrante do Projeto Veterinário Solidário da ONG Arca Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal, deve-se evitar objetos pequenos ao alcance dos animais para que não sejam engolidos.

 “É importante ter cuidado com varas de pesca e venenos para controle de ratos em locais de fácil acesso. No caso de gatos, que são escaladores, deve-se ter cuidado com janelas e objetos de vidro colocados sobre os móveis da casa”, afirma Dallari Junior. Vale lembrar que em casos de fraturas, o dono do animal não deve movimentá-lo e deve chamar imediatamente o atendimento médico.

O gato Homero, de 8 anos, foi recolhido das ruas de São Paulo há três anos. Há cerca de três meses, ele teve um ferimento na orelha causado, possivelmente, por um atropelamento. O gato foi encaminhado ao veterinário rapidamente e teve que tomar oito pontos no ferimento. Para evitar que Homero coçasse o local, ele utilizou um capacete durante cerca de um mês. Homero foi tratado ainda com uma pomada repelente, para evitar o contato de moscas com o ferimento.  

Queimaduras

Em caso de queimadura por fogo, Denise orienta que o dono abafe as chamas com o auxílio de cobertores. Em seguida, devem ser colocadas compressas frias no local queimado. Jamais aplique pomadas ou pasta de dente na queimadura e encaminhe o animal rapidamente para o veterinário, com uma toalha molhada no local na queimadura. É importante que o dono não tente remover a pele queimada sozinho.                      

Choque elétrico

Choques elétricos são comuns, principalmente em época de natal, por conta das luzes que enfeitam as casas. Em caso de choque, não toque no animal para não levar um choque também. Se possível, tire o fio da tomada ou utilize um pedaço de madeira para afastar o animal do local do choque. Não dê nenhum medicamento ao cão ou gato e o encaminhe a um veterinário.                  

Plantas

A ingestão de algumas espécies de plantas pode causar irritação na mucosa dos animais. Quando ocorrem acidentes como esse, o dono não deve provocar o vômito no animal e nem dar medicamentos. Caso o animal esteja salivando, a orientação é dar água e lavar a boca do animal com água corrente. Ao levar seu pet para o veterinário, não se esqueça de levar a planta que causou irritação para facilitar o diagnóstico.                            

Produtos químicos

Lesões por produto de limpeza que caem sobre o animal podem causar queimaduras. Nesse caso, lave o local com água corrente fria por cerca de 15 minutos. Se o produto cair no olho do animal, o dono deve lavar o local com água corrente e solução fisiológica. Produtos em pó devem ser protegidos dos olhos, fucinho e boca do animal, e a maior parte possível do produto deve ser retirada pelo dono com um pano. Para agentes em pó, não molhe a boca do animal para evitar a absorção do produto e encaminhe o pet ao veterinário.                       

Medicamentos

Em caso de ingestão de qualquer tipo de medicamento, o dono deve levar o animal para veterinário o mais rápido possível, junto com a caixa do produto. 

Chocolate

O consumo de chocolate, segundo especialistas, pode intoxicar o animal mesmo
em pequenas quantidades - chocolate meio-amargo apresenta maior concentração da substância que pode intoxicar. Portanto, evite dar chocolate ao seu cão. Caso o animal coma o alimento e fique agitado ou tenha vômitos, ele deve ser levado para o veterinário imediatamente.                

Picada de inseto Em caso de picada de inseto, o local deve receber compressa fria e com gelo para diminuir a absorção do veneno do inseto. É importante não dar medicamento, nem tentar arrancar o ferrão. O animal deve ser levado ao veterinário.

Fonte:G1-Brasil-Notícias

17 octubre

Aquecimento Global

Aquecimento global ameaça cangurus, diz estudo

Aumento de 2 graus Celsius de temperatura põe em risco habitat.

Uma pesquisa feita na Austrália diz que o aumento na temperatura média em apenas 2 graus Celsius poderá ter um efeito devastador para a população de cangurus, ícones da fauna do país. Os pesquisadores da James Cook University se debruçaram por três anos em observações de campo e usaram modelos de computador, considerando as alterações de temperatura prováveis neste século, para prever o que acontecerá com quatro espécies de cangurus.

"Nosso estudo oferece evidências de que as alterações climáticas têm a capacidade de causar impactos de grande escala, bem como a possível extinção de uma espécie da família dos macropodídeos [marsupiais que incluem cangurus, wallabies e wallaroos] no norte da Austrália", afirmam os autores do estudo, Euan G. Ritchie e Elizabeth E. Bolitho.Os maiores impactos do aquecimento global não atingirão os cangurus propriamente, mas seus habitats, colocando em risco a disponibilidade de água.

  Habitat

De acordo com o estudo, um aumento de apenas 0,5 grau Celsius já será suficiente para diminuir a área onde vivem os cangurus. Se a temperatura média subir 2 graus Celsius, poderá reduzir os campos em quase pela metade, 48%. Em uma situação ainda mais dramática, um aumento de 6 graus Celsius será capaz de encolher as áreas em 96%. "Isso poderá resultar na fome e inibir a reprodução do animal, além de provocar a morte devido à desidratação das espécies que se movimentam menos entre os habitats", diz Ritchie.

Apesar dos cangurus terem mobilidade para deixar áreas mais afetadas pelas mudanças climáticas, a vegetação da qual se alimentam não se adapta na mesma velocidade.O wallaroo antilopino, um tipo de canguru mais adaptado para viver em climas úmidos e tropicais, seria a espécie mais ameaçada de extinção, segundo o estudo.

Os pesquisadores alertam que os cangurus são valiosos tanto para a economia quanto para o ecoturismo e o comércio de carne na Austrália, além "de serem uma importante fonte de alimento para os povos aborígenes". De acordo com modelos climáticos aceitos no meio científico, a temperatura no norte da Austrália deve subir 0,4 a 2 graus Celsius até 2030 e entre 2 e 6 graus Celsius até 2070.

O estudo sobre as conseqüências do aquecimento global será publicado na edição de dezembro da revista "Physiological and Biochemical Zoology".

Fonte: G1-Ciência e Saúde.http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL802556-5603,00-AQUECIMENTO+GLOBAL+AMEACA+CANGURUS+DIZ+ESTUDO.html

14 octubre

Iraque

Exército americano impede militar de levar cãozinho iraquiano para casa

Sargento Gwen Beberg não quer abandonar Ratchet no Iraque.
Ela mobilizou até sua congressista para tentar liberar a entrada do cão.

Da AP, em Washington

Mais de 10 mil pessoas já assinaram uma petição online pedindo que o Exército dos EUA permita que o cãozinho iraquiano Ratchet possa vir para os EUA com uma militar de Minnesota, que teme que o animal seja morto se ficar no país.

"Só quero levar meu cãozinho para casa", disse o sargento Gwen Beberg, de Minneapolis, em e-mail enviado no domingo para sua mãe, logo depois de ter sido separada do cão em seguida a um descolamento. "Sinto muito falta do meu cão." 

 

 

Foto: AP

Foto divulgada pela Sociedade Internacional de Prevenção à Crueldade contra Animais mostra a militar americana Gwen Beberg ao lado do cão iraquiano Ratchet. (Foto: AP)

Beberg, de 28 anos, deve voltar aos EUA em novembro.

No domingo, Terry Crisp. o coordenador do programa Operação Filhotes de Bagdá, da Sociedade Internacional de Prevenção à Crueldade contra Animais, partiu para o país para tentar trazer o Ratchet para os EUA. Ele deve chegar na quarta-feira.

Segundo Crisp, os iraquianos encaram cães e gatos como aborrecimentos e portadores de doença, e soldados americano impediram que muitos animais sofressem abusos.

Na semana passada, a congressista de Beberg, a democrat Keith Ellison, escreveu para o Exército pedindo que o caso fosse revisto.

Beberg e outro soldado resgataram o cão de um monte de lixo em chamas em maio. O Departamento de Defesa proíbe soldados de adotar animais de estimação, mas há exceções. A Operação Filhotes de Bagdá disse que conseguui transferir 50 cães e 6 gatos iraquianos para os EUA nos últimos seis meses.

 Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL798037-5602,00-EXERCITO+AMERICANO+IMPEDE+MILITAR+DE+LEVAR+CAOZINHO+IRAQUIANO+PARA+CASA.html

13 octubre

Cangurus.

Imagem:Kangaroo1.jpg

Canguru é o nome genérico dado a um mamífero marsupial da família Macropodidae, que também inclui os wallabees. As características incluem patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente apenas nas femeas na qual o filhote completa seu desenvolvimento. O canguru é o animal-símbolo da Austrália[1].

O seu habitat situa-se em planícies. A sua alimentação baseia-se em vegetais e frutas. O pêlo do canguru é, geralmente, espesso. Crescem durante toda a vida. A sua cauda mede de 0,70 cm a 1,40 m. A maior parte dos cangurus têm orelhas grandes e cabeça pequena. O canguru, quando jovem permanece com a mãe, subindo na sua bolsa para se alimentar e ficar seguro, até que tenha mais que um ano de idade. Os Cangurus vivem na Austrália continental e Tasmânia. Pesam cerca de 500 g a 90 kg, medindo cerca de 80 cm a 1,60 metros. A sua gravidez (gestação) demora de 30 a 40 dias, dando à luz apenas um filhote de cada vez. Os cangurus nascem imaturos. O seu desenvolvimento é no interior de uma bolsa na barriga da sua mãe que se chama marsúpio. Aí, o filhote mama e protege-se.

Os cangurus não são os únicos animais pertencentes ao género Macropus, que também inclui os wallabees

Qualquer marsupial selvagem é cuidadoso com os humanos. No entanto, durante a seca, os cangurus são obrigados a invadir áreas povoadas em busca de comida. Quando os humanos se aproximam, eles podem se sentir ameaçados e partir para o ataque. Mesmo sendo simpático, um canguru bravo é capaz de matar um humano. Alguns dos maiores cangurus, como o canguru vermelho macho, Macropus rufus, podem medir 1,4 metro da cabeça aos pés. Nesta altura, eles podem derrotar um humano com facilidade. As fêmeas do canguru possuem a metade do tamanho dos machos, aproximadamente.

Os cangurus vermelhos preferem planícies abertas, enquanto as espécies cinzas preferem florestas densas. A principal diferença entre eles é a cor. Os cangurus das árvores possuem patas frontais mais fortes e resistentes que seus parentes. Eles podem ser encontrados nas florestas montanhosas do norte de Queensland. Os cangurus não costumam ficar mais de 15 km longe da água.

Os cangurus e seus parentes, os wallabies, só vivem na Austrália e Nova Guiné. Eles são marsupiais, mas também pertencem à família dos macropodídeos, pois possuem patas traseiras maiores que as dianteiras.

O número de cangurus é cuidadosamente monitorado na Austrália: existe um equilíbrio entre a necessidade de conservar estas espécies e as demandas dos proprietários de terras. Se houver escassez de comida, o gado poderia passar fome, pois os cangurus se movem com mais facilidade e podendo escolher o melhor alimento.

O canguru-vermelho é o maior marsúpial do mundo. As fêmeas da espécie dão a luz apenas a um bebe por vez, que nasce tão pequeno quanto uma cereja ou um chiclete, assim que o filhote nasce, ele vai direto para a bolsa da mãe e não emerge por volta de 2 meses e finalmente saem da bolsa quando completam mais ou menos 1 ano de idade.

Cangurus vermelhos pulam usando suas fortes pernas em uma grande velocidade. Um canguru vermelho pode alcançar 56Km/h. Cada salto pode cobrir até 8 metros de distância em uma altura de 1,8 metros, são criaturas realmente incríveis e fofas. As fêmeas dos cangurus vermelhos são mais leves e mais rápidas do que os machos.

Os machos da espécie lutam entre si para ter o direito de acasalar com uma femea em potêncial, eles podem ficar em pé sobre seus rabos e chutar seu inimigo com suas pernas poderosas, também podem morder ou arranhar com suas garras afiadas, as quais eles também usam em lutas contra predadores como dingos.

O canguru-vermelho vive nos desertos da Austrália e em campos abertos, vivem em grupos familiares. Australianos e Europeus caçam dezenas desses belos animais para vender sua pele e sua carne, que é um prato muito apreciado na Austrália.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Canguru

03 octubre

Eu não consigo entender o "HOMEM".......

...Estudo biologia, e tento entender e conhecer os seres vivos, más não consigo entender o homem, não consigo!...

Menino invade zôo e alimenta crocodilo com animais raros

Garoto de sete anos matou brutalmente 13 animais durante 30 minutos.

 Foto: Imagens do CCTV do Centro de Répteis de Alice Springs/BBC

Imagens do CCTV do Centro de Répteis de Alice Springs/BBC
Câmeras de segurança registraram ação de menino (Foto: Imagens do CCTV do Centro de Répteis de Alice Springs/BBC)

Um garoto de sete anos invadiu um zoológico na Austrália, matou diversos animais e alimentou outros vivos a um crocodilo durante uma conturbada série de matanças capturada pelas câmeras de segurança do zôo. O ataque aconteceu durante o dia, por volta das oito da manhã de quarta-feira, horário local.

Durante 35 minutos, o menino matou brutalmente pelo menos 13 animais no centro de répteis da cidade australiana de Alice Springs. Em um dos casos, ele bateu em um lagarto diversas vezes com uma pedra até o animal não resistir mais. Além disso, o garoto ainda alimentou um crocodilo com diversos animais vivos que jogava na jaula do réptil de três metros, chamado Terry.

As imagens do circuito interno de televisão do centro mostram o garoto sorrindo enquanto assistia o crocodilo atacar um lagarto de língua azul.

  Controle

Apesar de ter sido levado à polícia, o menino não pode ser preso pois é menor de idade. Mas o diretor do centro, Rex Neindorf, quer processar os pais do garoto, que, segundo ele, deveriam estar controlando o filho naquele momento.

"Estou desolado pela idade do menino, pelos estragos que ele fez e por ninguém querer se responsabilizar", disse Neindorf à imprensa local. "Se fosse na minha época de criança, ele levaria um bom chute no traseiro, afirmou o diretor" inconformado.

Neindorf disse que dez répteis, uma tartaruga, quatros lagartos de língua azul, dois dragões-barbudos, dois diabos-espinhosos e um iguana de 20 anos e de 1,8 metro foram jogados para Terry, o crocodilo de 200 quilos. Além disso, mais três lagartos foram encontrados mortos em seus viveiros.

"Será difícil substituí-los. Muitos eram raros e maduros", lamenta o diretor. O menino foi interrogado pela polícia, mas se manteve calado. Os policiais afirmaram que não têm a menor idéia do que pode ter motivado o ataque.